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Busca bidirecional de 24 portas conhecidas por número ou serviço, com sonda localhost:port de 1,5 s por linha da tabela.

📘 Como usar

  1. Digitar o número da porta ou o nome do serviço na barra de pesquisa
  2. Visualizar os detalhes do protocolo e a descrição na tabela de resultados
  3. Clicar no botão "Testar Localhost" para testar a disponibilidade da porta no seu localhost

Dicionário de Portas

Busca bidirecional de portas com sonda localhost por linha

Quickly identify common network ports and services.

Porta Serviço Descrição Action

Nota: As políticas de segurança do navegador (restrições de porta, etc.) podem limitar os testes de conexão. Note:"Check" functionality tests local availability from your browser and may be restricted by security policies.

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Buscador e Verificador de Portas de Rede | Consulte Serviços TCP/UDP Rapidamente

Esta ferramenta é um buscador dinâmico projetado para desenvolvedores, administradores de sistemas (sysadmins) e profissionais de redes que precisam identificar rapidamente portas de rede comuns, protocolos e serviços associados. Além de servir como um guia de referência ágil, permite testar a conectividade de portas diretamente no seu ambiente local a partir do navegador.

💡 Visão Geral da Ferramenta

  • Busca Incremental em Tempo Real: Filtre instantaneamente por número da porta (ex: 3306), nome do serviço (ex: MySQL) ou descrição, otimizando o fluxo de trabalho sem necessidade de recarregar a página.
  • Tabela de Referência Técnica: Acesse a relação das portas mais utilizadas em infraestrutura e desenvolvimento web, como 80 (HTTP), 443 (HTTPS), 5432 (PostgreSQL), 6379 (Redis) e as portas padrão de dev servers modernos (ex: 3000, 8000, 8080).
  • Probe Localhost (Ping Baseado no Navegador): A funcionalidade de "Check" realiza um fetch assíncrono (usando o modo no-cors com timeout de 1.5s) direcionado a http://localhost:<porta>. Isso permite descobrir rapidamente se um container Docker ou serviço web está escutando na sua própria máquina.
  • Privacidade Absoluta (Client-side): Todo o processamento de busca e as requisições de teste local são feitos inteiramente no lado do cliente. Os dados não são enviados para nenhum servidor e são processados exclusivamente no seu navegador.

🧐 Perguntas Frequentes

Q. Como devo interpretar os resultados do botão "Check"?

A. O teste avalia a capacidade de resposta do localhost no seu ambiente. - ✓ Open (Aberto): O serviço respondeu à requisição HTTP rapidamente. Indica que há um servidor ou API rodando e ouvindo ativamente na porta especificada. - ✕ Timeout (Tempo Esgotado): Nenhuma resposta foi recebida dentro de 1.5 segundos. Geralmente significa que a porta está fechada, não há serviço em execução, ou requisições estão sendo descartadas por um firewall local. - ? Unknown (Desconhecido): Ocorreu uma interrupção imediata da conexão. Isso é muito comum devido a políticas restritas de CORS do navegador, bloqueio nativo do browser para portas não-HTTP ou simplesmente a ausência de um processo atrelado à porta.

Q. Por que algumas portas não podem ser testadas corretamente pelo navegador?

A. Navegadores web modernos (como Chrome e Firefox) bloqueiam por padrão o tráfego HTTP direcionado a "portas não seguras" (conhecidas como restricted ports, como a porta 21 do FTP ou 25 do SMTP) para prevenir ataques como Cross-Protocol Scripting. Nesses cenários, a requisição é abortada de imediato pelo próprio browser, resultando no status "Unknown". Para um port scan ou troubleshooting definitivo de serviços TCP/UDP puros, utilize ferramentas de linha de comando como netcat (nc), telnet ou nmap.

📚 Curiosidade: Portas Bem Conhecidas (Well-Known Ports) e Efêmeras

Na arquitetura de redes TCP/IP padrão, o mapeamento de portas é rigidamente estruturado pela IANA (Internet Assigned Numbers Authority).

As Portas Bem Conhecidas (0 a 1023) são restritas e exigem privilégios de sistema (root) para alocação, englobando serviços de infraestrutura fundamentais como DNS (53) e SSH (22). As Portas Registradas (1024 a 49151) são alocadas livremente por serviços de usuário e bancos de dados (como MongoDB na 27017). Por fim, temos as Portas Dinâmicas ou Efêmeras (49152 a 65535), que são atribuídas de forma aleatória e temporária pelo sistema operacional para gerenciar o tráfego de saída das conexões dos clientes (sockets). Ter clareza sobre esses intervalos é indispensável ao escrever regras de firewall (como iptables ou ufw no Linux), configurar mapeamentos no arquivo docker-compose.yml ou abrir portas em Security Groups de provedores Cloud (AWS, GCP).