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Escolha entre 8 destinos como Spotify -14 LUFS ou EBU R128 -23 LUFS e veja o deslocamento de ganho em dB e se o true peak resultante respeita -1,0 dBTP.

📘 Como usar

  1. Insira a sonoridade integrada da sua fonte masterizada em LUFS
  2. Selecione a plataforma de streaming ou broadcast alvo
  3. Insira o true peak de origem para ler os valores corrigidos

Conversor de alvo LUFS por plataforma

Sonoridade integrada da fonte masterizada (ex: -9 LUFS)

True peak de origem (-1,0 dBTP é uma headroom comum)

※ Fórmula: ganho = alvo LUFS − origem LUFS (dB é logarítmico)

※ A medição segue ITU-R BS.1770 (LUFS). EBU R128 / ATSC A/85 são normas formais, mas os alvos de cada serviço de streaming não são publicados oficialmente: são valores medidos de referência e podem mudar

Deslocamento de ganho necessário
dB

True peak resultante
dBTP

LUFS resultante
LUFS
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Conversor de alvo LUFS por plataforma | Ganho e true peak em uma só passagem

Insira a sonoridade integrada do seu master em LUFS, escolha um alvo como Spotify ou EBU R128 e obtenha o deslocamento de ganho em dB necessário para alcançá-lo. O true peak resultante aparece ao lado, então você sabe se o ajuste corre risco de clipping antes de aplicá-lo.

💡 Sobre esta ferramenta

Cada plataforma normaliza a sonoridade conforme sua própria referência. O Spotify fica perto de -14 LUFS, o Apple Music por volta de -16 LUFS, o broadcast EBU R128 em -23 LUFS e o ATSC A/85 em -24 LUFS. Se o seu master estiver quente, digamos a -9 LUFS, cada serviço o reduz silenciosamente até o seu alvo, o que pode achatar a dinâmica e o equilíbrio tonal que você trabalhou tanto para acertar. Conhecer o deslocamento de antemão permite decidir se remasteriza, aceita a normalização ou mira outra referência.

Como os LUFS estão em uma escala logarítmica, o ganho necessário é simplesmente alvo LUFS − origem LUFS. Um master a -9 LUFS rumo aos -14 LUFS do Spotify precisa de -5,00 dB de atenuação. A ferramenta então prevê onde o seu true peak fica após esse movimento: aplicar -5 dB a uma fonte de -1,0 dBTP baixa o pico com folga, mas elevar o ganho pode empurrar o true peak além de -1,0 dBTP rumo ao clipping, o que é sinalizado com um aviso.

🧐 Perguntas frequentes

Qual a diferença entre LUFS e dBTP? LUFS mede a sonoridade média percebida com ponderação psicoacústica; o true peak (dBTP) mede o máximo instantâneo que a forma de onda atinge, incluindo picos entre amostras. As plataformas normalizam por LUFS, mas o clipping é julgado pelo true peak, então acompanha-se os dois separadamente.

Devo igualar o alvo LUFS exatamente? A maioria das plataformas baixa masters fortes, mas raramente sobe os fracos. Terminar bem abaixo de um alvo pode deixar a sua faixa soando relativamente baixa, porque não há normalização ascendente para resgatá-la. Trate o alvo como uma referência a respeitar, não um número a atingir às cegas.

Posso usar um alvo personalizado? Sim. Escolha "Valor personalizado" e digite qualquer valor LUFS para modelar uma norma interna, o alvo próprio de um estúdio de masterização ou uma plataforma fora da lista de presets.

O aviso de true peak resultante apareceu. E agora? Significa que aplicar ganho positivo empurra o seu pico além do headroom de -1,0 dBTP. As opções incluem adicionar um limitador de true peak, remasterizar a fonte mais baixa ou reconsiderar o próprio alvo.

📚 Curiosidades

O avanço rumo a uma normalização de sonoridade coerente é parte do motivo pelo qual o velho hábito de maximizar cada master pelo volume puro perdeu força na produção musical. O raciocínio por trás de mirar cerca de -14 LUFS é que esse nível sobrevive à normalização das plataformas com o menor dano, preservando a faixa dinâmica. Podcasts de voz costumam mirar -16 LUFS porque a inteligibilidade pesa mais que o impacto, um lembrete de que a sonoridade certa sempre depende do destino.